Uma ferramenta importante chamada DNA


dnafingerprint

Mesmo aos trancos e barrancos, as tecnologias hoje fizeram as coisas ficarem muito mais fáceis durante o processamento de cenas de crime. Evidências de DNA por exemplo, costumava ser,  por volta da década de 80, tão complicadas que levavam um monte de provas ou amostras  apenas para obter qualquer tipo de resultado, no entanto hoje, o admirável mundo novo da ciência,  com um simples fio de cabelo ou gota de sangue já é possível processar o DNA.

Eis porque casos que não foram resolvidos por tanto tempo, têm provas armazenadas com segurança em algum lugar, para que posteriormente pudessem ser processados pelo DNA.

Carol Burke dirige a divisão de crimes sexuais do escritório da promotoria do Condado de Los Angeles e também dedica seu tempo livre para rastrear o DNA de condenados estupradores, assassinos e serial killers que morreram, na esperança de que estes casos não resolvidos possam ser esclarecidos e fechados.

Seu objetivo é conseguir resolver o máximo de crimes antigos não esclarecidos, ela pede por correspondência cotonetes de criminosos conhecidos com evidência de cenas de crimes não resolvidos. Um artigo que publicado numa revista, Anne Marie Schubert (que resolve casos de abuso infantil no gabinete do Procurador de Sacramento) afirmou que “Burke ajuda a executar um projeto chamado “talking with dead man”, que trouxe para mais perto do que nunca a justiça para os casos de alguns dos mais sádicos assassinos em série da história da Califórnia — mesmo que os culpados tenham morrido há muito tempo.” E ela ainda completa “é muito gratificante, há muito valor, mesmo que nós não possamos mais acusar  os criminosos, porque eles estão mortos. Mas as famílias podem pelo menos ter um encerramento. Eles finalmente sabem o que aconteceu com seus entes queridos.”

Neste momento existem cerca de 2 milhões de perfis criminosos na Califórnia e em cima disso há 25.000 peças de evidência das cenas de crimes, como assassinatos, estupros, assaltos e roubos. Ambas, Anne Marie e Carol, mesmo tendo muito trabalho em suas mãos olhando bitucas de cigarro, sangue de lençóis, fibras, amostras de cabelo e pele, afirmam que não irão desistir.

Anne Marie Schubert disse que desde 1984, perto de 25.000 detentos mortos nas prisões da Califórnia ou em liberdade condicional, 19.000 desses criminosos nunca tiveram seu DNA colhido antes que eles morressem. Esta operação pode definitivamente ajudar diversos casos que estão lá intocados…

Tentar encontrar vestígios destes criminosos conhecidos será uma façanha difícil e desafiadora para estas mulheres, no entanto, a recompensa será muito maior do que o esforço…

~ por Vodevil em 18 de outubro de 2014.

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