Serial Killers em Hollywood – parte II


Os maiores serial killers retratados no cinema, mas que existiram na vida real.

 

 

4) DAVID BERKOWITZ

Apelido: O Filho de Sam
Filme: O Verão de Sam (1999)
Número de mortes: Seis mortes confirmadas, e várias pessoas feridas.
Método: Tiros de pistola calibre 44.

No filme: O ator Michael Badalucco interpreta o assassino, mas não é o personagem principal. O filme enfoca um grupo de jovens que viviam uma atmosfera de desconfiança e medo durante o quente verão nova-iorquino em que o assassino estava à solta.

Na vida real: Foi abandonado pela mãe e adotado por um casal de moradores do bairro pobre do Brooklin. Logo cedo revelou problemas de comportamento e tendência agressivos. Adolescente, passou por uma fase rebelde depois que a mãe adotiva morreu. Entrou no Exército em 1971, e lá aprendeu a usar armas de fogo. Em 1975 cometeu uma série de ataques sexuais contra mulheres, sem ser preso. No ano seguinte esses ataques evoluíram para assassinatos. Atirava em mulheres ou casais, à noite, de longe, com uma pistola, sem dar chance de defesa às vítimas. Ele escreveu uma carta em maio de 1977 ao jornal New York Daily News, desafiando a polícia a prendê-lo e dando a si mesmo a alcunha de “Filho de Sam”. Preso, disse que cometia os crimes por ordem do cachorro do vizinho, que estaria possuído por um demônio. Também afirmou que pertencia a um culto de satanistas, algo que não foi provado. O caso foi reaberto em 2004, para que os policiais investigassem a possível participação de outras pessoas nos crimes. Berkowitz está vivo e continua preso em Nova York.

5) TED BUNDY

Apelido: Não tinha
Filmes: Ted Bundy (2002), O Silêncio dos Inocentes (1991)
Número de vítimas: Nem ele lembra. Confessou mais de 30 assassinatos entre 1974 e 1978, e diz que matou mais gente – só não sabe quem, nem onde. Sempre atacava mulheres jovens e de cabelos escuros.

Método: Escolhia sempre mulheres jovens e bonitas, e atacava usando um porrete ou faca. Algumas vezes matou por estrangulamento. Fazia sexo e mutilava as vítimas depois de mortas. Também costumava visitar os locais dos crimes para relembrar a experiência.

Nos filmes: “Ted Bundy”, de Matthew Bright, é uma biografia de baixo orçamento, que mostra a relação conflituosa dele com namorada, ao mesmo tempo em que cometia os crimes. Em “O Silêncio dos Inocentes”, o modo como o assassino Buffalo Bill abordava suas vítimas foi inspirado em Bundy.

Na vida real: A mãe de Bundy era tão jovem quando engravidou dele que os avós dele o criaram como se fosse um filho. Na verdade, somente quando era adolescente ele soube que a “irmã mais velha” era, na verdade, a mãe. Depois disso, ficou mais distante; alguns detetives dizem que ele matou pela primeira vez aos 15 anos, embora não tenha sido confirmado. Ted Bundy era bonito, sorridente e tinha bom papo, e por isso conseguia se aproximar facilmente de mulheres, normalmente oferecendo caronas ou paquerando. Entre 1974 e 1978, matou pelo menos três dezenas de garotas, em três Estados dos EUA. A polícia demorou muito tempo para perceber que se tratava de um serial killer, e por isso jamais conseguiu contabilizar corretamente o número de mortes. Ele foi preso duas vezes e conseguiu fugir em ambas. Da terceira vez, acabou numa prisão de segurança máxima. Foi executado em 1981.

6) JACK

Apelido: Jack, o Estripador
Filme: Do Inferno (2001)
Número de vítimas: Cinco.

Método: Atacava prostitutas durante a noite, em ruas desertas da área mais pobre de Londres. Cortava a garganta e arrancava partes do abdômen das vítimas.

No filme: Os assassinatos são mostrados do ponto de vista de um policial jovem (Johnny Depp) que investiga os crimes. A quinta vítima do maníaco, uma bela ruiva (Heather Graham), tem um romance com o detetive e acaba viva no final, o que não ocorreu de fato.

Na vida real: O assassino que aterrorizou as ruas de Londres no final do século XIX jamais foi apanhado. Ele matou cinco mulheres entre setembro e novembro de 1888, e tornou-se muito popular nos jornais sensacionalistas que circulavam na época, sendo responsável por um aumento extraordinário das tiragens. A alcunha “Jack, o Estripador” foi dada pelo próprio assassino, em uma carta que enviou para um dos jornais, acompanhada do pedaço do fígado de uma das vítimas. Ele parou de matar após o quinto assassinato, gerando diversas teorias sobre a sua identidade. Peritos do FBI acreditam que ele pode ter sido um imigrante polonês violento que trabalhava na área pobre de Londres como açougueiro e foi internado como louco na época em que os assassinatos pararam. Há quem aposte que o assassino era o príncipe Edward Albert, herdeiro da coroa britânica.

7) ED GEIN

Apelido: Não tinha
Filmes: Psicose (1960), O Silêncio dos Inocentes (1991), O Massacre da Serra Elétrica (1974)
Número de mortes: Cometeu apenas dois assassinatos confirmados, mas é suspeito de mais seis desaparecimentos ocorridos na cidade onde morava, em Winsconsin(EUA), entre 1947 e 1957.

Método: Tiros de rifle calibre 22. Depois, ele decapitava os cadáveres.

Nos filmes: As obsessões de Ed Gein incluíam uma mãe castradora com quem ele “conversava”, mesmo depois de morta. Guardava pedaços de cad?
?veres e criava objetos de decoração e roupas femininas feitos com pele que ele retirava dos corpos. Os assassinos dos filmes de Hitchcock, Jonathan Demme e Tobe Hooper foram inspirados livremente nele.

Na vida real: Ed Gein passou a infância em uma fazenda afastada na zona rural de Plainfield, Winsconsin, com a mãe. A mulher era uma fanática religiosa que batia no filho com freqüência e não o deixava fazer amizade com outras crianças. Depois que a mãe morreu, Ed Gein enlouqueceu e passou a “falar” com o espírito dela. Desenvolveu um interesse doentio pela anatomia feminina e passou, à noite, a desenterrar corpos no cemitério local, levando-os para casa. Fazia sexo com os cadáveres, comia partes dos corpos, guardava as cabeças no porão. Ele arrancava a pele dos cadáveres e costurava túnicas e calcinhas, que usava para dançar sozinho pela casa. Quando foi preso, os policiais encontraram um abajur feito de pele humana, uma caixa com nove vulvas conservadas em sal, um colar feito de lábios femininos, um coração humano congelado e um crânio, que ele usava como tigela de sopa.

 

 

(Fonte: http://cinemaeafins.com)

~ por Vodevil em 25 de fevereiro de 2013.

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