“Um dia os homens olharam para trás e dirão que eu fiz nascer o século XX.” – Jack o estripador


Jack, o Estripador  foi o apelido dado a um serial killer não-identificado, que agiu no distrito de Whitechapel, em Londres, na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.

Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Duas delas tiveram a garganta cortada e o corpo mutilado. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.

 

Os jornais, cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época, deram ampla cobertura ao caso, devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso — que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.

 

Devido ao mistério em torno do assassino nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas genuínas, teorias conspiratórias e folclores duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.

 

Várias teorias foram criadas, as mais famosas são que o assassino era um renomado médico, outra uma conspiração maçônica, outra ainda se tratava de um fazendeiro ou dono de açougue que saía à caça nas ruas de Londres, outra, ainda famosa, é a teoria de que as mortes tratavam-se de um plano para esconder o segredo de um príncipe.Uma das últimas teorias, foi a de que o assassino na verdade era uma mulher.

 

Segundo a pesquisa do advogado aposentado John Morris, de 62 anos, aponta que Lizzie Williams, esposa do ginecologista da realeza John Williams — que também teria participado de alguns dos homicídios –  seria a verdadeira assassina.

 

De acordo com a teoria, que virou o livro “Jack, o estripador: a mão de uma mulher”, Lizzie matava suas vítimas por vingança porque não podia ter filhos. Três delas tiveram os úteros removidos — o que Morris considera crucial. Presa a um casamento infeliz e sem filhos, a inglesa teria começado a matar prostitutas quando perdeu toda a sua fortuna e foi a falência.

 

Vítimas de Jack, o estripador.

Vítimas de Jack, o estripador.

 

O autor afirma que nenhuma cinco prostitutas mortas havia sido agredida sexualmente — o que não é consenso entre especialistas. De acordo com a tese, botões de um sapato feminino, resquícios de uma capa, uma saia e um chapéu feminino foram encontrados nas cinzas de uma das vítimas, que não vestia nenhuma das peças. Também é contado no livro, que objetos pessoais de Annie Chapman, uma das vítimas, foram deixados perto dos pés dela “de maneira feminina, com muita delicadeza e organização”.

 

Algumas teorias anteriores apontavam para John Williams, marido de Lizzie, mas nada foi provado.

 

O assassino de Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly, as prostitutas de Londres, nunca foi revelado… Um mistério até hoje.

~ por Vodevil em 27 de agosto de 2012.

2 Respostas to ““Um dia os homens olharam para trás e dirão que eu fiz nascer o século XX.” – Jack o estripador”

  1. Olharão

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  2. tem razão. Desculpe a falta de atenção

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